Custa seguir o dress code, porra? Calça jeans poderia não estar dentro do dress code, mas pelo menos era uma calça e um argumento poderia ser feito para deixar o cidadão entrar.
Agora, kilt? Não rola. Deixem de ser alienados. Isso não foi preconceito, não foi machismo, homofobia e blablabla bliblibli, a roupa do cara estava EXTREMAMENTE fora do dress code, portanto ele não poderia entrar e ponto final. Não gostou? Vai numa festa cujo dress code é mais liberado.
Porra, seria a mesma coisa de eu fazer tempestade em copo d’água porque não posso usar tênis pra ir trabalhar. É uma regra estúpida? Sim, é. Mas a questão não é essa. É uma regra e, assim como não sou obrigado a frequentar a minha empresa caso eu não esteja de acordo com as regras lá impostas, o mesmo serve pra festa em que esse cidadão queria entrar.
| — |
Comentário nesse post do Escreva Lola Escreva. Cara, como eu ODEIO esse tipo de mentalidade. Se ninguém questionar regras idiotas, elas continuam aí… (Ou se for pra ter regras idiotas, que realmente as cumpram à risca. “Um pouco errado” ainda é errado) |
| — |
Marcelo Nóbrega, lááááá em 2008, sobre uma Apple Retail Store no Brasil futuro.vc » Blog Archive » MacWorld 2008: Esqueçam a Apple Store no Brasil. Parece que chegamso lá. (Ok, faltam os preços ainda, que andam numa montanha-russa) |
| — | Bia Kunze falando sobre a tecnologia móvel no Enem desse ano - e na educação em geral. LEIA DJÁ! |
| — | Quote de um artigo da “The New Economics” de 1993. Incrível como quase 20 anos depois, isso ainda é atual. (Via Julio Madeira) |
Algo que acho incrível no iPod nano “reloginho” é quando ele mostra a capa do álbum em tela cheia. Só a capa e nada mais.
De certa forma, é como se fosse um CD com uma saída pra fone de ouvido.
Tenho cada vez mais pensado em como a disponibilidade de tudo “on demand” tem mudado como interagimos com o mundo…
Antigamente as opção que tínhamos dependiam muito de localização e horário. Assistíamos o que estava passando na TV naquele momento, mesmo que não fosse um assunto tão interessante, porque era o que tinha. Basicamente a única opção era trocar de canal - mas nem hoje isso adianta muito…
Hoje, porque vamos “perder tempo” com um programa que não nos interessa se você pode ver o episódio que passou ontem de uma série americana que tem tudo a ver com você?
Pode soar meio frio, mas até amigos nós fazemos “on demand”: Se antes nossos amigos eram quem morava por perto e com quem se trabalhava/estudava junto, hoje nos conhecemos pelos assuntos em comum. Por mais malucos que sejam os assuntos que você se interessa, pode apostar que existe um fórum/grupo/comunidade de outros malucos que se interessam pelo mesmo.
E aí, em comparação, as pessoas com quem você se relaciona meramente pela proximidade ficam… boring.
Se antes você conseguia acompanhar assuntos mais gerais e conversar amenidades com essas pessoas, quanto mais você se aprofunda em assuntos do seu interesse (e passa a conviver com pessoas que compartilham os vários assuntos que te interessam), menos consegue manter uma conversa com quem não tem muito em comum.
E eu, honestamente, ainda não sei se isso é bom ou ruim. Por tradição, pensamos que quem está próximo tem mais valor que quem está a, digamos, 1265km de você.
Mas até que ponto distância física é tão importante no mundo de hoje?
Claro que não dá pra viver apenas com amigos virtuais, mas muitas vezes esses amigos acabam indo para o mundo físico. E quanto mais nos cercamos deles, mais nos aprofundamos nos nossos interesses.
Até que ponto quem está perto de você apenas por mero acaso tem mais valor do que quem está próximo por afinidade?
As vezes temos a sorte do acaso nos trazer pessoas com muito em comum. Mas infelizmente, não é sempre que isso acontece.
O grande problema que eu vejo em vivermos “on demand” é que acabamos criando um mundo nosso, onde podemos fazer tudo à nossa vontade, no nosso ritmo, onde quisermos.
As vezes o acaso é bem generoso e nos permite viver nesse mundo, mas às vezes ele resolve tornar as coisas mais difíceis, e é bastante difícil sair da bolha de conforto em que entramos.
De certa forma, nos tornamos mimados. Só não sei se isso é algo ruim.
E isso o dava liberdade para pensar sobre coisas maiores.
| — |
Um post que fala sobre como “automatizar” decisões para ter mais tempo pra se dedicar ao que realmente importa. Nunca tinha parado pra pensar exatamente nesse ponto, mas é o que faço com transporte: Se quero só ir de A pra B, pra que preciso ficar o tempo todo focando em dirigir um carro e não aproveitar esse tempo de maneira mais eficiente? (Source: shawnblanc.net) |

