FelipeCN
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Mime seus clientes, vale a pena

Atenção: Esse post contém um grande número de elogios a uma empresa. Se este tipo de conteúdo te ofende, é recomendável a não-leitura deste post.

Sou fã confesso do hipermercado Zaffari e do shopping que o abriga, o Bourbon. Gosto de ir lá e ver que ele, uma rede que foge da fórmula dos outros hiper/supermercados, está dando certo (aqui em São Paulo, ela é tradicionalíssima no Rio Grande do Sul).
As vezes, quando falo isso, muitos me olham como se fosse um alien. Parece que não se pode gostar/torcer por empresas. Curiosamente, por times de futebol, que já não são nada mais do que empresas, se pode torcer a vontade. Juro que ainda não entendo a diferença.

Meu “namoro” com o Bourbon começou desde quando começaram a demolir o Shopping Matarazzo, que era no mesmo lugar onde hoje está o Bourbon.
Volta e meia passava por lá queria saber o que fariam… Fiquei sem saber, até a contrução ficar grande e eu descobrir que se tratava de um novo shopping.
Não sou muito chegado a shoppings, então nem me animei muito.
Mas quando soube que ele teria um grande teatro e a primeira sala IMAX do Brasil, virei fã na hora.

Achei o máximo fazerem uma sala IMAX ali, porque o cinema do West Plaza, que fica a 900 metros do Bourbon, era (na verdade ainda é) pior que o cinema do Shopping Center Lapa, um shopping bastante popular cujas únicas lojas ancoras são um McDonalds e o cinema.
E apesar da região ter algumas opções culturais (o Sesc Pompéia fica pertinho), não tinha nenhum espaço que recebesse grandes apresentações. Prometiam um grande teatro, capaz de receber todo tipo de espetáculo. E cumpriram, hoje o Teatro Bradesco é tido como um dos melhores do país.

Eu não acho que o Bourbon seja o melhor shopping de Sao Paulo. Eu não acredito que exista um “melhor shopping” em São Paulo. São muitos, muitas vezes com público-alvo bem diferente.
Mas, para mim, o Bourbon serve como uma luva. É razoavelmente perto de casa, tem ótimas opções culturais e boas lojas.

Quando finalmente o shopping inaugurou eu tive uma ótima surpresa - descobri que o Zaffari, que eu a princípio achei que era um “mercadinho” porque nunca tinha ouvido falar dele, era um senhor hipermercado.
A loja é sempre bem arrumada e tem um ótimo atendimento. Como eu acho que uma loja deve ser.
É verdade que ele é um pouco mais caro que outros hipers, mas acho que vale cada centavo pra escapar da baderna que as lojas do Extra viraram. É a Apple dos mercados.
Logo que o Cidade Jardim inaugurou, eu queria conhecê-lo só porque lá tinha a primeira Sony Style do Brasil. Acabei nunca indo, porque é meio longe e eu não daria certo num shopping que tem uma Daslu como âncora.
Aí, andando pelo Bourbon, vejo um tapume da Sony anunciando a abertura de uma loja lá…
Pra mim, ficou faltando só Fnac, Ofner e Apple Store. E já existem rumores a respeito da última.
Além disso, ele é um dos poucos shoppings que não tem o site todo feito em Flash - o que pra mim, que navego com Flash desativado, é muito importante. E a programação dos cinemas e do teatro está disponível num feed RSS, coisa rara fora dos sites de notícia.
Ele também tem uma forte presença no Twitter e de tempos em tempos dão ingressos para o cinema e para o teatro.

Esses são pequenos detalhes, sem alguns deles (os feeds, por exemplo), eu continuaria gostando muito do Bourbon. Mas quando você vê que se preocuparam com detalhes que não faz diferença pra grande maioria (mas pra você faz muita), não tem como não ficar impressionado.

Acabei virando uma espécie de “advogado” dele…. Volta e meia estava no Orkut ou no Twitter vendo o que falavam sobre o Bourbon. Sempre que podia, dava uma olhada (e fiz meia dúzia de edições também) no artigo da Wikipedia.

Aí eu recebi uma mensagem da Sônia, responsável pelo marketing digital da Cia. Zaffari, dizendo que estavam fazendo uma ação para quem gosta do Bourbon e queriam me mandar uma lembrança.
Essa semana chegou. Uma caixinha, com convites pro Quebra-Nozes no Teatro Bradesco e para o Outback, além de um pendrive com a última campanha de Natal do Zaffari.

É uma lembrancinha, nada muito sofisticado, mas mostra a atenção que estão dando para as redes sociais. Pra alguém que já gosta da marca, é mais um incentivo pra se manter fiel e recomendá-la.

Update: A @anamanssour, outra agraciada por essa ação, também escreveu um post sobre ela. Vale a pena ler.

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Menu original do Zimo

Menu original do Zimo

Interface do player de música

Interface do player de música

Meu mock up de um menu decente

Meu mock up de um menu decente

Meu mock up para a interface do player

Meu mock up para a interface do player

A saga de um iTard com um MP3 player genérico.

Eu sou bastante chato com o que uso. Não tive um MP3 player dedicado até ter um iPod, porque os outros eram muito ruins. (onde por outros se lê “players mais baratos que o iPod que sejam vendido no Brasil”)

Por muito tempo ouvi música no celular, já que ele pelo menos tinha uma interface decente e suportava playlists.
Mas ele tinha saida pra fone de ouvido proprietária e usar adaptadores pra conseguir usar um fone decente é triste. Esses adaptadores sempre quebram, sejam eles originais ou da DealExtreme…

Desde que tenho meu iPod, nem pensei em usar outra coisa para ouvir músicas.
A interface dele é muito boa, a bateria dura bastante e não tenho problemas com o iTunes (tanto por gostar dele quanto por não precisar usá-lo - uso Linux e o Floola pra sincronizar o iPod).

Mas comecei a faculdade e logo na primeira semana a coordenadora do curso relatou alguns casos de roubo que aconteceram por lá. Então achei melhor deixar meu iPod em casa…

Mas eu não consigo viver sem música. Como sou chato com o que uso, prefiro não comprar algo do que comprar e ficar passando raiva.

Quando apareceu o iPod shuffle RED na Apple Store (R$199/1GB, não está mais disponível), eu fiquei bem tentado. É pequeno, é discreto e eu já namorava o shufle RED há um tempo…

Mas achei que gastar R$200 em um player com só 1GB era muito. Quando vi que conseguiria comprar dois HDs de 500GB com um pouco mais, desisti completamente.

Só que a falta de música persistia… Como minha mãe quase não usava o MP3 dela (um Zimo F20 de 1GB), ela peguntou se eu queria ficar com ele. Aceitei.

E, usando ele, não resisti a escrever sobre minha experiência com ele. (Ou: falar dos problemas sérios de usabilidade que essa coisa tem)

Começa quando você liga ele. Sei que é ser muito detalhista, mas a tipografia (*cof* fonte *cof*) usada nos menus dele, um tipo serifado e meio pixelado, é meio estranho. Não sei porque, mas isso me incomoda.

Mas isso é apenas um pequeno detalhe estético. Conforme você o usa, mais o player testa sua paciência.
Está ouvindo uma música e quer trocar? São sete cliques para chegar na tela com outros intérpretes, se você arrumar suas músicas em pastas Artista/Album/Musica.mp3 como eu faço e estiver na primeira música de um album.
Se estiver na metade do album, precisa ir até o início da lista de arquivos para subir na árvore de diretórios.

Se você estiver ouvindo música enquanto procura a outra faixa, seja rápido: quando a faixa muda, o seletor de arquivos vai automaticamente para a faixa que está tocando.
Então quando você está quase achando aquela música, tem que fazer o caminho todo de novo…

Aliás, levei um bom tempo pra entender o método de ordenação dos arquivos: Eles são mostrados de acordo com a data de modificação, o que faz com que as faixas fiquem bem desorganizadas.
A primeira faixa é a 15, depois vem a 03, a 16, 07 e por ai vai…. E não tem como mudar isso, é assim e pronto.

A interface do tocador de música é uma penteadeira de dama que presta serviços de treinamento reprodutivo.
Mostra o volume atual, o bitrate da música, o modo do equalizador, o estado do shuffle (mesmo quando este está desabilitado) e três inúteis botões de retroceder, parar e avançar. Ah, e tem uma animação de equalizador inútil na tela.
Espaço para o nome da faixa, do artista e do album? Ficam espremidos em uma linha, onde as três informações ficam se revezando.
Quer pegar o player e saber, em uma olhada, que faixa está tocando? É impossível.

Outra coisa terrível é a bateria. Enquanto meu iPod, com a bateria quase morrendo, é capaz de tocar música por umas quatro ou cinco horas, o Zimo com a bateria cheia não chega a isso.
E olha que meu iPod tem um HD dentro dele. O Zimo usa apenas memória flash interna e um cartão SD…

E por falar no SD, para acessar as músicas dele, é preciso ir no menu de configurações e selecionar o cartão como a mídia ativa.
O ideal é que o “explorador de arquivos” usado para procurar músicas permitisse usar tanto o SD quanto a memória interna, mas isso não chega a ser um grande problema - todas minhas músicas estão no SD.

Só que toda vez que desligo o Zimo, ele esquece que está usando o cartão. Então sempre que vou ouvir algo que esteja no SD, preciso ir ao menu de configurações e selecionar o cartão.
Se considerar que o player ainda demora um pouco pra iniciar com o cartão, já que ele lê todos os diretórios para saber quantas músicas tem ali, dá pra imaginar o quão prático é…

De surpresas, apenas o fato que o som dele é muito, muito alto. Quando chego em casa e troco ele pelo iPod, a impressão é que tem algo errado no iPod.
O som do iPod no máximo é parecido com o do Zimo pouco acima da metade (em 18 - ele vai até 32). Mas em compensação a qualidade de som do iPod é maior, dá pra ouvir backing vocal e instrumentos com mais nitidez.

Não resisti a brincar com o GIMP e fazer um rápido mock-up de uma interface mais decente pro Zimo. nada que o player já não faça, só que arrumado de forma mais decente - e com uma tipografica ao menos aceitável2. Ela deve aparecer na galeria de imagens, ai em cima do post.

É uma pena ele não ser open-source1, já que a maioria dos problemas são por pura programação porca. Se ele lembrasse que está usando o SD, organizasse decentemente as músicas e me deixasse saber que música está tocando mais rápido, seria um player bem melhor.

1 A base do Zimo é a plataforma S1MP3 - existe há muitos anos um projeto de firmware open-source para eles, mas nunca deu frutos…

2 Sim, Helvetica-lovers, meu mock-up usa Arial. Não porque eu não goste da Helvetica, mas, honestamente, o que você acha que um player chinês usaria? Por mais que não se importem com os royalties cobrados pela Helvetica (e pela Arial também), provavelmente usariam uma cópia safada dela. E nada ilustra melhor o verbete “cópia safada da Helvetica” como a Arial.

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E esse tipo de mentalidade é comum no Brasil, onde as pessoas compram carros de R$ 50 mil mas economizam na trave elétrica ou seguro; onde se compra videogames mas não se reserva dinheiro para comprar jogos; onde a loja da Louis Vuitton vende loucamente - mas parcelado, com direito a cheques sem fundo. É o país onde se dá passos maiores que as pernas, e a taxa de endividamente e nomes sujos do Serasa não me deixam mentir.

Ótimo post do Pedro Burgos no Gizmodo Brasil dizendo porque é burrice comprar iPhone no pré-pago.

E a não ser que você tenha $$ sobrando e não queira amarras com nenhuma operadora, é uma enorme burrice.

Mas eu ainda acho que a Oi vai vender iPhone no pós, desbloqueado e sem contrato de fidelização. Se fizer algo diferente disso, vai jogar no lixo toda a pesada campanha de marketing pra vender a imagem de “operadora boazinha”.

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Não acha sinalização de loja importante porque “a loja é pequena, quem entra já vê tudo onde está“. E se o cliente não souber muito bem o que ele quer? E se o atendente estiver ocupado?
Ótimo texto da by3 sobre o pequeno/médio varejo. Infelizmente, muira coisa também se aplica ao grande varejo também. (Caso desse trecho sobre sinalização de loja…)
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Se seu site é INTEIRAMENTE em Flash, DEMITA sua empresa de web development, e se você mesmo que criou, coloque no seu portfólio sob a pasta “Projetos inúteis que eu fiz” e comece de novo. Flash é apenas uma ferramenta, não importa o quão animal ele seja na criação de animação, interfaces, etc.
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Bye Bye, Blog.

Meu blog está oficialmente morto.

Ele já estava em coma desde quando eu entrei no MeioBit. O twitter só piorou, é muito mais prático postar coisas pequenas por lá.
Mas eu sentia falta de um lugar para postar algo um pouco mais extenso. Tentei o Yahoo! Meme, mas achei ele fechado demais - não dá pra customizar muito e é mais voltado pra “seguir seus amigos”.

Só vi que a solução estava debaixo do meu nariz quando o César Cardoso fechou as portas do blog dele. Conhecia o tumblr há muito tempo mas nem pensava nele…

O blog continuará onde está, com toda a velharia os arquivos por lá. (até porque ele me rende um trocado no AdSense, mesmo parado)

E pra quem lê por feed tudo continua como antes, o feed do blog redireciona pro tumblr.

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Tenha o mínimo de fotos de você mesmo. Especialmente fotos tiradas de você mesmo por você mesmo, segurando a camera longe da sua face.
Um cavalheiro é modesto e discreto. Centenas de fotos marcadas com você nelas revela sua vaidade. Vamos ter alguma classe e manter as fotos de você a um mínimo
Facebook Etiquette (Mas podia ser simplesmente Social Networks Etiquette) no ótimo Guide to Being a Gentleman in 2008
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As regras para felicidade computacional.

Original do minimal, traduzido por mim. Não concordo com todas, mas acho que vale a pena listá-las aqui.

Alex Payne tem as seguintes regras para uma experiência computacional saudável. Eu concordo com todas elas..

A lista:

Em relação a software:

  • Use a quantidade mínima de software possível.
  • Use softwares que façam apenas uma coisa bem.
  • Não use software que faça muitas coisas de forma precária.
  • Não use software que precisa sincronizar com a internet para funcionar.
  • Não use aplicativos web que deveriam ser aplicativos desktop.
  • Não use aplicativos desktop que deveriam ser aplicativos web.
  • Não use software que não foi feito para seu sistema operacional. (Você saberá quando vê-lo porque ele terá um visual estranho ou não funcionará corretamente.)
  • Não rode software beta a não ser que você saiba relatar um bug e queira fazê-lo.
  • Use um editor de texto que você conhece bem. Não um processador de texto, mas um editor de texto puro.
  • Não use seu editor de texto para outras tarefas que não sejam editar texto.
  • Use um gerenciador de senhas. Você não deve saber nenhuma de suas senhas a não ser a do seu e-mail primário e a do seu gerenciador de senhas.
  • Não use software que não é suportado.
  • Pague pelo software que valer a pena pagar, mas apenas depois de experimentá-lo por pelo menos duas semanas.
  • Apague completamente todos os traços dos softwares que você não usa mais.

Em relação a hardware:

  • Não compre um desktop a não ser que suas necessidades diárias incluam edição de audio/video, renderização 3D ou alguma outra tarefa que exija muito do processador. Senão, compre um notebook.
  • Não use seu celular/smartphone/PDA/UMPC para tarefas que seriam feitas mais comfortavelmente e cumpridas eficientemente em um computador “de verdade”.
  • Use um Mac para computação pessoal.
  • Use Linux ou BSD em hardware genérico para servidores
  • Não use nada que não seja um Mac em casa ou um Linux/BSD no servidor.
  • O único periférico que você realmente precisa é um disco rígido externo ou um NAS para gravar seus backups.
  • Compre o maior monitor que você puder comprar se você trabalhar no computador por mais que três horas por dia.
  • Use serviços de hospedagem ao invés de hospedar no seu próprio hardware para todas as aplicações menos as mais customizadas.

Em relação a formatos de arquivo:

  • Mantenha o máximo possível em texto puro. Não Word, Pages ou OpenDocument, mas texto puro.
  • Para tarefas em que texto puro não é o suficiente, salve os documentos em um formato de arquivo aberto se for possível.
  • Não compre mídia digital que seja capada por tecnologias de restrição de direitos a não ser que sua intenção seja alugar o conteúdo por um pequeno período de tempo.

Minhas próprias (do blog Minimal)

Eu venho seguindo essas regras (e outras parecidas) praticamente desde que comecei a usar computadores em um nível profissional.

O que adiciono é o seguinte:

  • Mantenha seu desktop livre de bagunça.
  • Tente usar softwares de código aberto sempre que possível.
  • Doe dinheiro para o programador que escrever um programa que você considera bom e que você usa frequentemente. Isso ajudará a manter mais alto o nível dos softwares por ai.
  • Fique longe de DRM, é ruim para sua saúde.
  • NÃO USE WINDOWS.É quebrado por projeto, é instável, é inseguro e acha que as pessoas são estúpidas.
  • NÃO USE IE (Internet Explorer). Use um navegador que siga os padrões web e que tenha uma interface mínima e livre de bagunça. A experiência na web deve ser o mais fácil possivel sem a necessidade de entender uma interface mal desenhada.
  • Reserve certo tempo depois de instalar um novo Sistema Operacional ou comprar um novo computador para configurar apropriadamente seu firewall.
  • Use criptografia ao salvar seus arquivos pessoais.
  • NÃO ABRA anexos binários que cheguem num e-mail. Mesmo que eles tenham vindo de amigos ou da família.
  • Fique longe das redes sociais. Se você insiste em ser parte de um rede social, NÃO POSTE sua vida inteira nela.
  • Se você é parte de uma rede social e postar uma foto em que aparece outra pessoa, peça permissão dele(a) primeiro.
  • NÃO MARQUE FOTOS em redes sociais.
  • 99% dos lugares NÃO PEDEM o número da sua conta ou qualquer outro número de identificação. NÃO REVELE  isso a ninguém a não ser que seja extremamente necessário. Definitivamente NÃO pelo e-mail ou telefone.
  • FIQUE LONGE DO WINDOWS. É ruim.(Sim, eu sei que já escrevi sobre isso
  • Desligue seu computador quando não o estiver usando. Isso vai economizar energia e dinheiro, além de evitar que bots e coisas do gênero fiquem escaneando seu computador atrás de vulnerabilidades.
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re: The Curious Pricing of the 27” iMac

jimcloudman:

This is what I love about Apple. Nothing is driving innovation anymore in the PC market - the average computer today has little more capability than a computer from five years ago. Apple, however, is using the brute force of its market share to drive technology forward - by buying the latest stable technology and creating a vast market for it in the time it takes to make an update to the Apple Store, allowing it to mature and develop, while reaping the benefits. Then, the rest of the industry follows suit in a vain attempt to catch them, two years later, not realizing that as long as they keep seeking out the lowest bidder, they keep giving up the chase.