FelipeCN
link
Há uma razão sutil para os programadores sempre desejarem jogar fora o código e começar do zero. A razão é que eles acham que código velho é uma bagunça.
E aqui vai uma observação interessante: eles provavelmente estão errados. A razão para eles acharem que código velho é uma bagunça é explicada por uma lei essencial da programação: É mais difícil ler código do que escrevê-lo.
Joel Spolsky, Things you Should Never Do, Part I (via Minimal)
link
Neste fim de semana fui ter com ele e trouxe-o até à minha casa. Já dentro do meu quarto comecei a olhar para ele de forma ansiosa e lentamente fui retirando tudo o que envolvia o corpo dele. Quando as minhas mãos tocaram nele a curiosidade aumentava cada vez mais, ele adaptava-se perfeitamente a mim. Assim, ansioso para iniciar esta nova aventura virtual carreguei no butão On e explorei as maravilhas do MacBook que até então me eram desconhecidas!
link
Prendendo cabos com um… garfo!
link
Para fazer as pessoas felizes, você tem que fazer com que elas sintam que estão no controle de seu ambiente.
Para isso, você tem que interpretar corretamente suas ações. A interface tem que se comportar da maneira que os usuários esperam que ela se comporte. Assim, o axioma fundamental de todo design de interface: “Uma interface é bem desenhada quando o programa age exatamente como o usuário pensou que ele iria”.
Todo o resto são comentários. Todas as outras regras de bom design de interfaces são apenas corolários.

Joel Spolsky via Minimal

PS: Axiomas e Corolários

link
Eu sou um geek. Tenho bastante experiência acumulada em engenharia de software, hackear sistemas, segurança de informação, ajustes finos em hardware e inúmeras outras pequenas habilidades técnicas. Eu sei que posso lidar com qualquer problema que for jogado para mim, mas…
Eu fico extremamente frustrado e nervoso quando algo que deveria ser muito simples e é anunciado como “Compatível com o esse Sistema” ou “Compatível com aquele Sistema” não funciona assim que sai da caixa.
link
Geralmente ouvimos sobre a “taxa Apple” e vemos alguns fabricantes copiarem o design da Apple desde a carcaça de metal, o layout do teclado e até outros elementos.
O que muitos fabricantes esquecem é a atenção para pequenos detalhes que por si próprios não importam muito mas que adicionam valor e encantam o usuário que os descobrem. São pequenos problemas? Sem dúvidas, mas eles consertam problemas reais.
A necessidade de fazer logout e login para trocar de modo gráfico não é um grande problema mas é deselegante. Ela desperciça tempo. Deixa as coisas mais difíceis para o usuário. Alguns engenheiros foram incomodados o bastante para corrigí-lo. Agora é um recurso. Agora é o padrão de como essa função deve funcionar.
Resumindo, para os que usam esse recurso, isso trará um sorriso a seus rostos. Para os que nunca usaram, é mais uma forma em que a experiência computacional se torna muito mais consistente.

Michael Gartenberg sobre a porque a atualização de ontem dos MacBooks Pro é mais importante do que pode parecer.

PS: Aqui foi usado “consistente” como tradução para “seamless”, que se traduz como “sem costura” - que nesse contexto pode ser entendido como algo mais simples, que torna a tecnologia menos perceptível para o usuário.

link
Tradução Automática: Roberto Lima, presidente da Vivo.

Em entrevista a Folha de São Paulo. (PDF)

No nosso caso, os investimentos foram dimensionados para um tráfego médio estimado.
A surpresa é que o usuário demanda cada vez mais vídeos, músicas, filmes, extrapolando o previsto. Por isso, só passamos a vender o que podemos entregar. 
O serviço é muito novo e a gente não tem alertado o público de que nas telecomunicações móveis, diferentemente da fixa, há a questão da concentração.
FOLHA - Mas não dá para entregar mais que 10% de velocidade, o mínimo
garantido?
LIMA - Sim, mas as pessoas têm de se disciplinar para fazer bom uso dessa rede e “pegar trânsito” na internet. Um arquivo pesado não deve ser baixado em horário de pico.


Você, usuário, que é culpado por usar a conexão que você contratou como quiser.

Você que está abusando da rede ao ver um vídeo no YouTube - o que fornecemos é só para ler e-mails e olha lá… Se tiver anexo Powerpoint, também é abuso.

FOLHA - A Anatel está prestes a vender as últimas frequências de 3G (terceira geração) e vetou a participação das teles que já estão no mercado como forma de atrair novos concorrentes para derrubar o preço do minuto. O que o sr. acha disso?  
LIMA - Fico me perguntando se já não existe concorrência suficiente na telefonia celular. Não é justo que empresas que entrem agora com uma base de clientes pequena para atuar em nichos de mercado usem um bem [novas frequências] que poderia ser destinado às operadoras que investiram bilhões e hoje atendem uma base tão grande. Esses clientes não param de demandar rede. Investimentos a gente pode fazer, mas espectro não há como gerar.
Um arquivo pesado não deve ser baixado em horário de pico. Agora, sem a liberação de espectro, temos de investir em mais antenas nos grandes centros. Quando fazemos isso, não investimos no interior do país.


Ou seja, você é o culpado ou pelo monopólio das grandes telecoms ou pelo fato de não investirem no interior porque “os usuários malvados da capital ficam vendo vídeos no YouTube o dia todo”.

link
Acho que formigas, ratos e moscas são mais inteligentes que as pessoas, porque eles não foram enganados. Eles nunca tocaram o McLanche Feliz.
link
O labirinto dos SOs móveis

Nota: Desculpem o texto longo e sem muitas pausas, mas foi o que o tumblr me deixou fazer….

Como agora estou trabalho e estudo e mal paro em casa, estou considerando sériamente comprar um smartphone - que seria meu acesso principal a internet, já que praticamente não ligo meu PC durante a semana.

O problema é exatamente na hora de decidir qual sistema operacional prefiro. Sei muito bem as diferenças, vantagens e desvantagens entre eles, mas ainda assim é difícil escolher.

Quero um aparelho com tela grande e touchscreen, pois o principal uso seria navegar na internet.

Windows Mobile 6.x sai porque tem usabilidade péssima (foi pensado para se usar com stylus, né?) e já está a caminho do cemitério, mesmo antes do anúncio do Windows Phone 7.

Symbian até é um bom sistema, mas não para aparelhos touchscreen. Idem para o Blackberry. 

No fim o que sobre é Android e iPhone OS. E o problema é exatamente que eu gosto de ambos.

O que me agrada no Android é o seguinte:

  • Mais flexibilidade

Ao contrário do telefone da maçã, que tiram alguns recursos porque “pouca gente usa e isso ocupa espaço desnecessariamente”, o Android te dá opção de escolha.

Vide Relatório de entrega de SMSs (que sempre usei nos meu celulares), aplicativos “não-seguros” e multitarefa.

  • Integração com a web

O Android é mais integrado a web do que o iPhone. Para publicar um link (ou uma foto) no twitter, por exemplo, basta usar a função compartilhar - nativa do sistema -  e selecionar o seu cliente twitter. Por ser uma função do sistema, ao instalar um aplicativo ele adiciona automaticamente sua entrada lá. 

No iPhone dá para fazer alguma gambiarra usando os Favoritos do Safari, mas é uma solução bem menos elegante, até por exigir alguma configuração do usuário.

Isso sem contar a integração do Android com o GMail, Google Calendar e Google Contacts, que é nativa e, tirando alguns bugs com os contatos, funciona muito bem.

Já os pontos negativos:

  • Depender das fabricantes para updates

Esse é um ponto crítico. O Samsung Galaxy, por exemplo, é um aparelho razoável que está sendo vendido a bons preços. Mas ninguém sabe se a Samsung vai liberar uma atualização para o Android 2.1 - mas parece que não sai mesmo. 

E pior, a atualização depende do país onde você está: A Motorola soltou uma tabela de updates onde diz que, na América Latina, o DEXT receberá o Android 2.1 só no terceiro Quadrimestre desse ano. Até lá, é capaz de termos um Android 2.2 ou algo similar.

No caso do Motorola Milestone, o update para o 2.1 já está a caminho (para quem comprou na Vivo, pelo menos), mas se pensarmos que o Android 2.1 saiu em Janeiro, com o Nexus One…

Já no iPhone, basta a Apple lançar uma versão final do iPhone OS e você atualiza em paz, esteja em New York ou em Macau, você tem o update no mesmo instante. A não ser que tenha desbloqueado o aparelho por conta própria…

  • Falta de consistência

No HTC Magic (e no Motorola Milestone, se não me engano), é possível usar gestos multitouch (*cof* pinça para zoom *cof*) no navegador e na galeria de fotos, mas não no Google Maps. 

E nem todos os aplicativos tem uma interface consistente. Pelo menos nos modelos mais novos da HTC, com a (excelente) interface Sense, isso melhora bastante.

  • Menos Apps

Por mais que o Android tenha excelentes aplicativos e até alguns killer-apps (Alguém disse Locale?), ele tem bem menos aplicativos que o iPhone OS.

Isso faz diferenças principalmente em aplicativos regionais e/ou específicos. Nada de Guia ÉPOCA SP para você que tem um robozinho verde.

No iPhone, os pontos positivos são:

  • Interface mais polida

Por mais limitado que seja (e exatamente por isso), o iPhone tem uma interface excelente. Além disso, a grande maioria dos desenvolvedores realmente se preocupa em fazer aplicativos que não sejam só úteis, mas bonitos e práticos de usar. Num dispositivo que você usa “on the go”

  • There’s an App for that
  • Updates garantidos

Falei sobre ambos ali em cima, em relação ao Android.

E os pontos negativos:

  • Depender da boa vontade da Apple

Tudo no iPhone depende da Apple achar que vale a pena ou não incluir este ou aquele recurso. Copiar e Colar, por exemplo, só veio quando conseguiram fazer uma implementação que fosse simples de usar, mas demorou 3 anos para isso. 

Multitarefa, que pode ser útil apesar dos problemas que traz, só virá se a Apple julgar que vale a pena.

Aplicativos só podem ser comprados na loja da Apple e se ela julgar que o aplicativo merece estar lá. E, tirando o Jailbreak, não tem como instalar aplicativos que não passem pelo crivo de Cupertino.

  • Um modelo e só

Ok, existe o iPhone 3G e o iPhone 3GS. Mas eles são - por fora - iguais. Algo que eu gostei muito no HTC Magic foi a trackball, que ajuda muito quando você está usando o aparelho com uma só mão. Quando algo parecido aparecerá no iPhone? Provavelmente na mesma época que a Apple liberar o OS X para rodar em qualquer computador.

Se você gosta do iPhone como ele é, ótimo. Se não, o problema é todo seu. 

A conclusão que chego é que não sei que sistema prefiro. Gosto da liberdade/flexibilidade do Android, mas também gosto da experiência de uso do iPhone.

Comprar um aparelho hoje e daqui a um ano ter que comprar outro porque a fabricante não lançou atualizações para o meu aparelho é algo que eu não quero sofrer. 

O iPhone original, de 2007, ainda pode rodar a última versão do iPhone OS, mesmo sem alguns recursos. Será que as fabricantes ainda farão atualizações para o Android daqui a (quase) três anos?

Se houvesse uma grande diferença de preço entre os aparelhos, daria para optar melhor, mas nem é o caso. O preço dos aparelho que me interessam, é o seguinte:

PS: A tabela “corrigida” é porque a loja online da TIM está deixando os iPhone mais caros com o plano de dados. Como a subsidio do plano de dados nos outros aparelhos é de R$200, calculei esse valor.

O Samsung Galaxy sai bem barato, mas existe a dúvida em relação aos updates. O LG GW620 também é barato, mas tem tela resistiva (eww!) e ninguém sabe como a LG se comportará em relação as atualizações… 

No resto, o preço é parecido. Se o HTC Magic tivesse um preço menor, seria minha escolha. Mas como vou precisar de plano de dados mesmo, prefiro comprar um aparelho subsidiado. 

É o mesmo caso do DEXT, que não é vendido pela TIM e que avulso sai pelo mesmo preço do Magic. Nesse caso, preferiria o HTC.

O maior dilema acaba sendo entre o Milestone e o iPhone 3GS 16GB, que estão em preços bem próximos.

É verdade que em hardware o Milestone ganha, por ter uma tela e câmera melhores. Mas não ligo para a camera (mal uso a do meu celular) e o Milestone fica devendo em alguns pontos, como não acentuar pelo teclado físico e, pelo que leio, a bateria que dura menos que a do iPhone (acredite se quiser).

E, depois de usar o HTC Sense, o Android “pelado” parece que está por acabar em vários aspectos. O 2.0 melhorou bastante, mas ainda assim o Sense é mais agradável.

No fim, acabo continuando em dúvida entre qual sistema/aparelho quero.

Tanto o iPhone OS como o Android me atenderão bem em alguns pontos e ficam devendo em outros. Difícil saber qual é melhor (ou menos pior). 

link
Mantendo o plano de expansão da rede, a MyStore chega à zona oeste de São Paulo no shopping mais interessante da região

Release sobre a inauguração da MyStore do Shopping Villa-Lobos.

É verdade que eu sou fanboy do Bourbon, também da Zona Oeste, mas não sei como o Villa-Lobos é o “mais interessante” da região.

Ele tem boas lojas, mas nada que se destaque muito. Não é um shopping ruim, mas está longe de ser o mais interessante da região.
Na Zona Norte, que carece de um shopping focado no público mais abastado, teria um bom diferencial.
Mas na Zona Oeste, com o Iguatemi, Eldorado, Higienópolis e Bourbon (esqueci de algum?), ele não brilha muito.

Sei que esse é um release e os assessores de imprensa gostam de enfeitar, mas não resisti a fazer um “PR Rant” aqui…

PS: Sou fanboy, mas não consideraria o Bourbon o “mais interessante” da região. Em termos de lojas ele nem é tão diferente do Villa-Lobos, mas o Villa praticamente só tem lojas e nenhum diferencial a mais.