Sobre netbooks, ultraportáteis, notebooks ULV , UMPCs e outros bichos
Sobre netbooks, ultraportáteis, notebooks ULV , UMPCs e outros bichos Sobre netbooks, ultraportáteis, notebooks ULV , UMPCs e outros bichos
Fui fazer minha evangelização explicar que o MacBook Air não é um netbook, mas um ultraportátil, por não ter muitas das limitações dos netbooks - tela de baixa resolução, processador Atom, etc…
Isso porque não acho que todo notebook pequeno seja um netbook: Os notes ultraportáteis sempre existiram (Vaio T, Thinkpad X200, o PowerBook de 12”), mas também sempre custaram os olhos da cara.
Ai apareceu o Asus Eee com um novo conceito: Um notebook pequeno, leve e barato, mas com hardware fraquinho. Logo, passaram a chamá-los de “netbooks”, já que praticamente só serviam para navegar na internet.
Mas a maioria das pessoas só conhece “notebooks pequenos” como netbooks, então pra elas o nome é esse e pronto.
E comentando no blog da Bia, comecei a pensar: Será que tentar enfiar o nome “notebook ultraportátil” ou qualquer outra denominação (há quem fale de “notebook ULV” nos comentários, se referindo ao processador de baixa voltagem dele) não vai confundir mais as pessoas?
Basicamente, a diferença entre um netbook e um ultraportátil é o preço. É ele que influi na qualidade dos componentes usados…
Existe um mundo de diferenças entre um notebook de 15” e R$1100 da Positivo e um MacBook Pro de 15” e R$6499, mas ambos são chamados de “notebooks”.
Tem quem reclama de chamar um ultraportátil de netbook porque ele faz bem mais que acessar a internet. Mas isso também é verdade para muitos (acho que hoje, todos) os netbooks assumidos. Sem falar dos telefones celulares, que fazem bem mais que ligações hoje em dia.
Claro que colocando o Air como um netbook, as comparações serão imediatas. Mas não tem quem compare o MacBook de 15” com o Positivo e diga que é tudo a mesma coisa?
É, talvez o Air (e todo o resto dos ultraportáteis) devam mesmo ser netbooks… Ou mesmo um notebook - afinal, o que é um netbook se não um notebook pequeno e barato?
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Mas e daí, né? O importante para o futuro do país não é a carga tributária, é o aborto.
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A experiência de uso da Apple vai além do design.
Existe um cuidado a mais com detalhes, coisa do tipo ficarem estudando por um bom tempo a textura do vidro pra fazer o touchpad ficar bom o bastante. Poucas marcas tem esse tipo de cuidado.
Acho que um bom artigo pra explicar isso é um que fala sobre o Dell Adamo, o processo é similar ao que a Apple faz em todos os produtos. Existe algum artigo específico pra Apple, mas tô com preguiça de procurar e esse serve.
Mesmo que a pessoa não saiba como tudo foi feito, ela percebe que há algo diferente ali.
E não aqui no Brasil, onde representamos -% das vendas da Apple e ela não está nem ai pra gente, mas nos EUA e Europa a Apple procura centralizar toda a experiência com a plataforma. Desde a compra, numa Apple Store, até quando você chega em casa e abre a caixa do produto e no pós-venda, com o atendimento no Genius Bar.
Pra se ter uma idéia, todas as Apple Stores com mais de um andar tem uma escada de vidro. Que foi projetada (e logicamente patenteada) pela própria Apple. Pode parecer absurdo uma empresa de informática gastar tempo projetando uma escada, mas é o tipo de coisa que chama a atenção, impressiona as pessoas, já que uma escada é algo completamente normal, pra qual ninguém dá atenção.
Acho que isso que impressiona na Apple, eles dão atenção pra detalhes que ninguém nem enxerga.
No Mail do OS X, se o campo de data estiver pequeno, ele coloca a data abrevido, como “31/03/2009″, se estiver maior, vai “31 Mar 2009″, um pouco mais e “31 Março 2009″. É algo completamente bobo, mas que quando você percebe fica admirando o cuidado que tiveram pra implementar isso. Como disse, a Apple prende as pessoas pelo emocional. Ninguém vai preferir um software de e-mail porque ele faz isso, mas essas bobagens impressionam.
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Comentário meu num post do MeioBit de algum tempo atrás, achei que valia postar aqui.
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Evite uma cascata de recursos.
Se você está desenvolvendo um aplicativo, pode ser tentador adicionar recursos que não são completamente relevantes ao propósito original do programa. Essa “cascata de recursos” pode levar a uma interface poluida que é lenta e difícil de usar por sua complexidade. Tente manter o propósito original do programa e incluir apenas os recursos que são relevantes no seu fluxo de trabalho.
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Do Apple Human Interface Guidelines, que deveria ser lido por qualquer desenvolvedor, trabalhe ele com Mac, Linux ou Windows. (ou BeOS, ou QNX. Enfim, leitura obrigatória)
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Todos sabemos que ninguém lê caixas de diálogo, mas ainda assim quando há um problema com nossa interface, quando alguém não entende o que ela deveria fazer ou quando fazem algo errado, nós tendemos a resolver o problema adicionando mais texto a mais caixas de diálogo. Basta colocar alguma explicação, certamente as pessoas vão ler e descobrir o que elas deveriam fazer! Coloque um aviso: Certamente as pessoas o lerão e vão clicar “Cancelar” se necessário!
O problema é que isso não acontece. As pessoas não leem, então você não pode contar com texto para solucionar problemas de interface.
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Consumir um produto não é apenas levá-lo para casa. Também é financiar uma empresa, uma estrutura, uma forma de fabricar, uma forma de vender, uma forma de fazer publicidade, uma política de marketing.
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Eu não uso aplicativos para me focar. Brincar com aplicativos de produtividade é só mais um jeito de procrastinar. Você se torna mais produtivo habituando-se a trabalhar regularmente, não pensando constantemente sobre como você pode trabalhar mais.