FelipeCN
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Consumir um produto não é apenas levá-lo para casa. Também é financiar uma empresa, uma estrutura, uma forma de fabricar, uma forma de vender, uma forma de fazer publicidade, uma política de marketing.
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Eu não uso aplicativos para me focar. Brincar com aplicativos de produtividade é só mais um jeito de procrastinar. Você se torna mais produtivo habituando-se a trabalhar regularmente, não pensando constantemente sobre como você pode trabalhar mais.
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eusouatoa:

Nutelleria, um direito do povo, um compromisso do Estado.

(via peppermintuniverse)

eusouatoa:

Nutelleria, um direito do povo, um compromisso do Estado.

(via peppermintuniverse)

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A Apple que presta tanta atenção aos detalhes como escolher uma versão diferente da Helvetica para cada display é emblemática do que faz o iPhone ser o iPhone - software e hardware que são projetados em conjunto[1] como partes de uma única coisa.

Review do iPhone 4, por John Gruber.

[1]Aqui, Gruber usa “tandem”, que é um “agrupamento onde um conjunto de máquinas, animais ou pessoas, alinhados um atrás do outro, seguindo na mesma direção”. O máximo que achei em português foram referências as Bicicletas Tandem, que seguem esse princípio.

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Primeiro, porque todos nós - como individuos, como famílias, como uma sociedade - não damos a mesma quantidade de reflexão e consideração em tudo que compramos?
E se, antes de qualquer grande compra, nós examinássemos quais são nossas reais necessidade e discutíssemos sobre isso na mesa de jantar com os que amamos e que seriam afetados pela decisão?
Quais são as vantagens, as escolhas, as coisas com que nos importamos e as coisas com que não nos importamos?
No contexto que estabeleci aqui nesse site, estou argumentando que você deve ao menos fazer essas reflexões em uma compra que muitas vezes será superior a mil dólares e algo que provavelmente você terá que conviver por dois a três anos. Mas porque não aplicar esse método a todo o resto?

Segundo, você pode imaginar como o mundo seria, ou se pareceria, se todos nós fizessemos isso? Ele seria um lugar completamente diferente.
Empresas que prosperam com a mediocridade, comoditização e apelando para o menor denominador comum simplesmente não conseguiriam ter sucesso e provavelmente não existiriam. Se todos nós aumentassemos nossas expectativas e aprofundássemos nossas considerações as corporações teriam que competir se baseando na qualidade e no projeto e não no preço (ou ao menos, não tanto como hoje)

Terceiro, se nós dessemos toda essa atenção no que nós consumimos, eu diria (esperaria) que nós também dariamos essa atenção, se não mais, ao que produzimos.

do sempre ótimo Minimal
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Samsung i5500, já na Anatel. Por ai, dizem que vai ser um “Corby Smart”. É o robozinho verde chegando as massas.
Se chegar aqui pelo preço esperado do Motorola Flipout, R$699, vai vender muito.

Samsung i5500, já na Anatel. Por ai, dizem que vai ser um “Corby Smart”. É o robozinho verde chegando as massas.

Se chegar aqui pelo preço esperado do Motorola Flipout, R$699, vai vender muito.

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Marcelo diz que a tecnologia, e os produtos, tendem rapidamente a se tornar commodities. E que marcas como a Apple conseguem se manter acima disso. “A Apple se diferencia em relação a todas as demais marcas ao se opor ao mundo dos PCs”, onde todas as marcas apresentam produtos tão parecidos. Digo que na esfera de marca, a Apple é uma butique charmosa enquanto as outras marcas parecem supermercados sem glamour.
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Cliente: Hey, apenas uma ultima questão antes de eu te depositar o dinheiro. Você usa um PC ou um Mac?

Eu: Uso um Mac.

Cliente: Isso é um problema. Você tem acesso a um PC? Eu não apoio produtos da Apple.

Eu: Não, eu não tenho acesso a um PC, mas isso terá pouco ou nenhum efeito no meu trabalho.

Cliente: Eu sou um Cristão e produtos Apple são pecaminosos. Eu não quero que nosso site seja criado por um produto feito por esse grupo corrupto. Apenas olhe o logo deles, uma maçã mordida. Você não sabe da história de Adão e Eva no Jardim do Eden? Se eu deixasse você criar meu site em um Mac, eu seria exatamente como Adão: Mordendo a fruta proibida.

[Silêncio]

“Aceite meu conselho, destrua seu Mac e arrependa-se para quando o dia do julgamento chegar. Você que será lançado para o inferno por seus pecados.”

Eu: [Bloquear Contato]

Relato ótimo do Clients From Hell (que, por si só, merece ir pro Google Reader)

Oh, esses xiitas….

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Aparelhos antigos com Android que não podem ser atualizados para a última versão do SO ou rodar novos aplicativos não são diferentes do iPhone de 2007 que não será atualizado pro OS 4. Não é fragmentação - é legado.

Não Andy Rubin, o problema não é legado.

Ou será que o Sony Ericsson X10, lançado com Android 1.6 depois que o 2.1 saiu, é legado? Ou o HTC Magic, que tem praticamente o mesmo hardware do HTC Legend? E o Motorola DEXT/Backflip/Quench, que ainda são vendidos com o Android 1.5?

Claro, existe a previsão de updates para os três - para o X10 e para os Motorolas certamente sai, só não se sabe quando e provavelmente pro Magic sai também, ainda que não-oficialmente.

O problema é falta de vontade. Que fabricante gosta de ficar investindo em um aparelho que ela já vendeu?

O mesmo vale para a Apple - o iPhone original, de 2007, é quase idêntico ao 3G, que vai receber o OS 4. Não existe nenhum motivo técnico para o iPhone “classic” não ser atualizado.

Dizer que o problema é o legado é uma desculpa feia. Mas nem todo mundo quer tapar o sol com a peneira - dizem que o Android 2.2 deve tentar resolver essa bagunça padronizando a atualização das partes importantes do sistema pelo Market. Tomara que dê certo.

via EngadgetEntelligence: Is Android fragmented or is this the new rate of innovation?

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Agora lembra do Uno, Fiat Uno ou Uno Mille? Lembra daquele frigobar motorizado, com aquele design que nunca conseguiu ser pelo menos simpático? Lembra do acabamento sempre nulo do interior do veículo?